Mas afinal, o que significa branding?
Esta é a pergunta mais comum entre os líderes de diversas empresas, por mais experiente que seja. O termo “branding” (sem tradução exata para o português) é uma expressão aberta. Para ajudá-lo a entender melhor o significado de branding, é preciso reduzi-lo.
Vejamos! Uma marca é um nome, design, símbolo ou qualquer outro recurso que identifique o bem ou serviço de uma marca como diferente das de outras concorrentes.
Considere o branding como a idéia ou imagem que as pessoas têm em mente ao pensar em seus produtos, serviços e atividades. Por exemplo: “o sapato é leve”, no nível emocional “o sapato que me faz sentir poderoso ”. Portanto, não são apenas as características físicas que criam uma marca, mas também os sentimentos que os consumidores desenvolvem em relação à empresa ou seu produto. A combinação de pistas físicas e emocionais acionadas ao nome, logotipo, identidade visual, mensagem comunicada e alinhamento horizontal, que está marca é capaz de proporcionar.
Por mais forte que seja uma marca, ela pode ser facilmente copiada por outras empresas no mercado. Não estamos falando das falsificações, e sim de marcas que tentam copiar os atributos de uma concorrente.
Este tipo de ação coloca a empresa na sombra das estratégias de outra marca.
Exemplos de branding;
Por exemplo, os refrigerantes Pepsi e Coca-Cola possuem o sabor semelhante; no entanto, por algum motivo, algumas pessoas se sentem mais conectadas à Coca-Cola, outras à Pepsi.
A Pepsi é um case, pois somente quando lançou a campanha “Experimente o novo”, conseguiu se diferenciar da sua principal concorrente, e conquistar o próprio público.
Outros exemplos. Marcas que vendem água, mas, para convencer as pessoas a comprar uma determinada água, as empresas desenvolveram diferentes apelos. Cada uma dessas marcas fornece um significado diferente para o seu produto.
– Evian, faz você se sentir jovem;
– Perrier, é refrescante, borbulhante e sexy;
– A água Fiji, é pura, saudável e natural.
Podemos dizer que “branding”, é o mesmo que “marcar”. É o laço emocional que gera valor subjetivo a uma marca, por meio de padrões ou esteriótipos que coincidem com os desejos e inconscientes de consumo, aceitação e adesão de um determinado público.